
“Principalmente para a dor, o resultado da Cannabis é inigualável”
Médico especialista no tratamento da dor, David Câmara descobriu na Cannabis medicinal um alívio para si e seus pacientes
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Médico especialista no tratamento da dor, David Câmara descobriu na Cannabis medicinal um alívio para si e seus pacientes

Após uma década sofrendo com as dores da fibromialgia, Marideise Castro e Silva, 54 anos, encontrou alívio no tratamento com Cannabis

Com certeza você já viu fotos de treinos físicos juntos a expressão “endorfinado” nas redes sociais. Entenda agora que ela pode estar errada, pois de fato a responsável por aquela sensação prazerosa após exercícios físicos é a anandamida. “Falo muito em consultas que a gente tem uma expressão que foi equivocadamente usada por muitos anos que é a expressão “endorfinado”. Quando a gente faz atividade física, a gente fala na sensação de relaxamento, prazer, bem-estar após o exercício da atividade física como aumento da produção de endorfinas e na verdade não é assim. Pois foram feitos estudos recentes e dosados sobre o nível dos neurotransmissores no sangue e foi visto que o que realmente se eleva durante e após a prática de atividade física é a anandamida”, explicou a médica Renata Coutinho Areosa, CRM 173385, com quem conversamos sobre este endocanabinoide.

Hoje, 30 de agosto, é o o Dia Nacional de Conscientização Sobre a Esclerose Múltipla, uma data comemorativa que tem como objetivo aumentar a conscientização sobre doença neurológica crônica que afeta o sistema nervoso central. Portanto, convidamos o médico neurologista Dr. Marcelo Pereira, CREMEB: 22.337, para explicar como acontece a atuação dos canabinodes no tratamento da esclerose múltipla.

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“A maconha fumada usada com finalidade recreativa e a planta usada para fins medicinais pertencem a mesma espécie conhecida como Cannabis Sativa, porém, são variedades diferentes da planta”, explica a Dra. Maria Teresa Jacob, CRM 41787, médica pioneira na prescrição de Cannabis no Brasil, em sua coluna do portal Cannabis & Saúde.

“Primeiro para tratar doenças autoimunes com Cannabis é preciso uma avaliação criteriosa da patologia, comorbidades e tratamentos já realizados ou em uso atual. A Cannabis medicinal entra como um adjuvante às terapias preconizadas, muitas vezes para minimizar seus efeitos colaterais ou para reduzir sintomas associados, da própria doença, mas que os alopáticos indicados não conseguiram contemplar”, explica a médica Marina Vicente de Souza, CRM 15042 – RQE 10.082, que além de profissional da área da saúde também utiliza produtos à base da planta para tratar sua condição autoimune.
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